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Feedback de curto prazo leva a melhorias no longo prazo

Uma das principais vantagens do sistema Prodsmart é ter toda a informação sobre a produção da sua fábrica em tempo real. De cada vez que alguém termina uma operação, ou um conjuntos de operações, e actualiza essa informação no sistema, toda a informação fica actualizada. Ficamos a saber imediatamente como uma produção tem impacto na performance global da fábrica.

Agora, perguntam vocês, porque é que eu hei-de querer saber o impacto de toda e cada operação na performance global?

Pela mesma razão que um atleta de topo quer saber quão depressa está a correr de cada vez que corre.

Pela mesma razão que um director de marketing quer saber o ROI de cada acção que a sua marca faz.

Pela mesma razão uma celebridade televisiva quer saber a audiência de cada um dos seus programas.

Pela mesma razão que um político quer saber como é que a sua popularidade está nas sondagens.

Porque, tal como o título deste post indica, feedback no curto prazo leva a melhorias no longo prazo.

Se operam num ambiente em que não há feedback de curto prazo, o que fazem hoje não interessa porque só vão saber como é que correu amanhã. Ou no dia a seguir. Ou daqui a semanas.

E depois os resultados finalmente chegam e não são muito motivadores. E mesmo que se queira tentar outra vez, na esperança de fazer melhor, só saberemos daí a semanas se correu melhor ou não. E o processo continua com pouco ou nenhuma melhoria em demasiado tempo.

E se em vez disso, soubessemos como correu assim que a tarefa actual terminou? Tentamos imediatamente outra vez, comparamos com a tentativa anterior e vemos se melhorámos ou não. E outra vez. E outra vez. E outra vez. Vemos melhorias imediatas.

(Algumas pessoas dizem até que esta é a razão pela qual a indústria de software evolui mais rapidamente do que qualquer outra coisa. De cada vez que um programador verifica que a sua solução não funciona – porque um utilizador se queixa sobre ela ou porque ele pode ver que não está a funcionar – pode corrigi-la, colocá-la em produção e resolver o problema. Construir, testar, aprender. Aprender, construir, testar. Uma e outra vez. Empresas que constroem, testam e aprendem mais rápido do que a competição mais rapidamente a transcendem. E isto não é só verdade para o software.)

E vamos querer ser melhores de cada vez que fazemos algo, seja o que for, porque vamos ter uma sensação de estar a melhorar. A crescer. Podemos até gostar não só do resultado como do processo.

E porquê? Porque estamos “feitos” para apreciarmos o nosso tempo a fazer alguma coisa se conseguirmos ver que estamos a ficar melhores nela.

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